Madeiras utilizadas nas nossas biojóias: Pinho de Riga e Mogno

No post da semana passada começamos a contar pra vocês um pouco mais sobre algumas madeiras nobres reaproveitadas que usamos nas nossas biojóias e luminárias. No primeiro, falamos sobre as madeiras Freijó e Ipê, suas características mais marcantes e como elas se refletem tanto no produto final como no próprio processo artesanal. Hoje falaremos sobre as madeiras Pinho de Riga e Mogno.

Pinho de Riga (Pinus Sylvestris)


Conhecido também como Pinho Silvestre, Pinho da Escócia, dentre outros. O termo "Pinho de Riga" faz referência a cidade de Riga na Letônia. Chegou no Brasil no período da colonização e foi utilizada na construção de casas no RJ, SP e Minas Gerais. Hoje a madeira está em processo extinção, por isso, só é encontrada em construções, móveis antigos ou em demolições.

É uma madeira pesada e firme, com um aroma bem característico, muito cheiroso, sentido logo na primeira fase de lixas. Encanta pela beleza e diversidade de padrões, transformando nossas peças em verdadeiras jóias!


Mogno (Swietenia Macrophylla)



Mogno é o nome comercial usado para as madeiras de origem tropical com coloração castanho avermelhada. Ela costuma escurecer com o tempo, percebemos que é uma madeira bastante fácil de trabalhar, com uma superfície lisa e excelente resistência que mantém sua beleza intacta por décadas.


Semana que vem teremos o último post dessa série sobre algumas das madeiras que utilizamos! Falaremos sobre a Pau Marfim e a nossa queridinha, a Roxinho!


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